quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Ela voltou!

Dia das Crianças e ela veio brincar comigo, pode???!!!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Adeus intimus!



Toda mulher um dia vai passar por isso, só não sei se vai se sentir estranha como estou me sentindo. . . . parece que a gente ganha um selo – você não é mais fértil!

Fiz planos maravilhosos para o dia que isso acontecesse, vivia dizendo: Ai meu deus, tomará um dia isso acabe! Pois então, há 2 meses ela me abandonou, já estava meio desconfiada disso, mas parece que agora é certo . . . ela não vem mais!
Pode parecer bobagem, papo de mulher cabeça, de velha com cabeça de adolescente, mas o fato é que aquela visita mensal me fazia sentir mulher, jovem, fértil, sensual até, rsrs, verdade!

domingo, 9 de outubro de 2011

A pele sensacional!!!

Almodóvar será sempre uma surpresa . . . quando acho que já conheço um pouco  do universo complexo e contemporâneo de suas películas, acabo de olhos arregalados na cadeira do cinema. Saio sempre pensativa, com uma cara de quem viu um E.T. prateado de tanguinha tigresa. 


Antonio Banderas, sem comentários, só suspiros!

Comprei meu ingresso antecipado, sabia que por conta do festival seria disputadíssimo assistir esse mestre do cinema. Só consegui comprar para a sessão das 14h no Roxy. Não havia cadeira marcada e acabei lá em cima no poleiro, mas valeu, deu pra ver muito bem, aliás, bem demais!
Quando saí do cinema me deparei com uma multidão em Copa . . . não estava entendendo nada, parecia carnaval! Aí, abusada e cara de pau que sou, parei um que passava apressado e perguntei: "O que é isso, o que está acontecendo lá na praia?" E ele me respondeu: ''É a parada Gay, estou correndo pra lá, uiiiii!!!". Eu juro que esse "uiiiiii" foi dele mesmo, não é uma forma de escrever e dar nenhuma entonação ao meu texto, rsrsrs!

Sair do cinema no mesmo dia da parada gay. . . os VICENTE's estavam ali, livres e felizes, rs!

CRITICA JB:

Almodóvar tem a consciência disso e sabe a responsabilidade que sua posição traz.  Ele tem o controle perfeito sobre o tempo cinematográfico, sobre o espaço cênico e sobre o que seus atores têm a oferecer. Com isso, cria momentos de sensibilidade ímpar. A mescla de sentimentos opostos e de gêneros completamente diferentes em uma mesma cena é a maneira que Almodóvar tem de mostrar a sua visão sobre a vida, em que tragédia, comédia e melodrama digno de novela mexicana estão sempre misturados, com limites muito mal-estabelecidos entre eles.
Em A pele que habito,  por trás da complexa trama, Almodóvar traz ainda uma complexa discussão. Na busca do homem pelo controle sobre a vida, na tentativa eternamente frustrada de evitar a morte e alcançar a eternidade, vimos nossas ciências e tecnologias chegarem a níveis extremos de evolução. E se, nessa busca, tivermos a chance de enfim darmos à luz a esse “super-homem”? Quais são os limites que estaremos dispostos a ultrapassar e os sacrifícios que estaremos dispostos a fazer? A última fala do filme pode ser, talvez, um sopro desesperado para que se veja a humanidade por trás de toda a “perfeição” técnica. A superficialidade dessa última não pode se sobrepor à intensidade da primeira.
Com seu ensaio sobre amor, ódio, vingança e busca pelo inalcançável, Pedro Almodóvar nos brinda com mais uma pérola de seu cinema único. Um filme imperdível.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Onde está a felicidade?


 Fui sem acreditar muito . . . e que bom que me enganei!
O filme é leve, colorido, belas paisagens, figurino a la Almodovar e o texto (diga lá Bruna!) é pra não esquentar a cabeça, apenas acompanhar e ficar atento ao tema.
A Felicidade é simples, às vezes complicada também, mas é a gente que dá às ordens e escolhe. Felicidade é estado de espírito, é leveza, é bem querer, é qualquer coisa que te faça rir e sentir felicidade, rsrsrs!


Uma nota especial pra Bruna Lombardi, que de envelhecida não tem nada! O corpo está saradíssimo, a pele foi cuidadosamente esticada, sem desfigurar seus traços e perfil, o cabelo . . . aplique? Lindo, sensual, compôs total a personagem!!! Bruna exuberantemente linda! Que água é essa hein?


Sinopse: Onde está a felicidade? A chef de cozinha Teodora (Bruna Lombardi) embarca em uma jornada de descobertas que farão dela uma nova mulher. Crises no amor e na vida profissional a levarão, junto com o amigo Zeca (Marcello Airoldi) e a espanhola Milena (Marta Larralde), à percorrer o Caminho de Santiago de Compostela, cenário ideal para encontros, reencontros e aventuras.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

FELIZ DIA DAS SOLTEIRAS!!!


Semana passada, depois de um baita stress com um engarrafamento quilométrico que durou 1h e 40 minutos na volta do trabalho pra casa, recebi a ligação da minha amiga de fé e camarada, Marcelle, que acabara de chegar de Sampa, onde foi ao encontro de um revival, me convidando para um bate-chopp. Convite irrecusável após aquele dramático engarrafamento.
E lá fui eu encontrar Marcelle que estava com Lucinha, outra amiga poderosa de personalidade e convicções sobre tudo na vida. Paramos no Veloso as três para uma terapia de gênero.
Bom, é lógico que o bate foi todo focado no reencontro de Marcelle e o chopp só eu bebi, as duas caíram na fruta com vodka, a perfumada caipivodka.
E entre linhas e agulhas, pensamos e discursamos juntas, três mulheres apaixonadas pela vida e por tudo de bom que nela existe: paixão, encontro e reencontro, namoro, casamento . . . aí, casamento!!! 

É claro que o papo parou por longas horas nesse tema. E eu e Lucinha bombardeamos a 3ª vítima: “Você já está pensando em casar? Mas amiga, você tem certeza que quer casar outra vez? Quer mesmo perder toda sua liberdade pra dormir e acordar todos os dias da sua vida com esse homem? Tem paixão suficiente pra isso?” Nossa, que frio na espinha tivemos eu e Lucinha, frio de nervoso, de alguma coisa que incomoda e aperta o pé da gente no sapato, como uma pedrinha fina que roça e machuca.
A Lucinha, eu não lembro, mas eu fui casada no modo “amigado com fé, casado é”, fui e não pretendo casar outra vez. Não por ter sido uma experiência ruim, não, não é isso, mas porque aprendi outra modalidade de casamento muito mais interessante. A de cada um na sua casa. Cada um conduzindo as suas rédeas, neuroses, manias e toques, contas, decorações, objetos e relíquias de família, pia e vaso sanitário, shampoo, sabonete e escova de dente pessoal e intrasnferível, - a sua moda. 

O casamento convencional é bom sim, principalmente se você quer ter filhos e educá-los de forma mais convencional ainda. Nada contra, muito pelo contrário, mas não é meu caso e também não é o da Lucinha. Queremos preservar os nossos dinossauros internos e imensos em nossas casas e, fica pequeno demais qualquer conjugado a dois para deixá-lo solto. 

Não sei traduzir ainda esse sentimento, mas tenho tanto prazer de chegar em casa e abrir a minha porta e saber que ali estou entrando num mundo que só a mim pertence, que posso escolher fazer ou não comida, ligar ou não a TV, ouvir ou não a música que quero na altura que quero, ficar ou não no laptop até a hora de dormir e dormir a hora que quero, me espalhar na cama de qualquer jeito com meus quatro travesseiros, esquecer a TV ligada, acordar e entrar no banheiro e encontrar ele do mesmo jeitinho que o deixei antes de dormir . . . 

Quem me lê deve pensar: “egoísta, individualista, materialista, introvertida, problemática. . .”Kkkkkk, nada disso, muito pelo contrário. Eu aprendi, ou descobri que o namoro e a paixão costumam se deteriorar com a convivência contínua no mesmo quadrado, com as exigências e as imposições disso ou daquilo que o casamento convencional costuma te oferecer. Nem sempre estamos dispostas a ceder certas coisas e, numa convivência diária isso é fundamental, praticamente obrigatório.

A gente se apaixona, depois ama de paixão, ama e ama e quer ficar grudado no outro feito carrapato todo dia e todas as horas, fazer tudo junto, fazer planos, conhecer a família . . . até aí tudo bem, vá lá, mas misturar escovas e sapatos? Pra que? Porque? Se eu posso ir pra sua casa e você pra minha, variarmos assim o ambiente e as cores das paredes, podemos não brigar nunca pelas contas altas de telefone, internet, luz, etc. Se eu posso conservar os meus portas retratos recheados com amigos e viagens sem trocá-los por apenas fotos nossas ou das nossas famílias, se podemos manter a surpresa de nos arrumarmos um para o outro sem que saibamos o perfume ou a roupa que estamos vestindo para o cinema de sábado a noite. Se podemos passar o fim de semana inteirinho dormindo juntinhos e agarradinhos, mas na segunda podemos entrar de volta na nossa casa e convivermos um pouco sozinhos cada um. Se podemos experimentar a saudade um do outro de terça a sexta a noite quando vamos nos ver e dormir juntos novamente . . .  Sem dívidas a dois, sem cobranças dos dois!

Por que casar e deixar de ser namorados?

É tão melhor o namoro com uma convivência no limite da suportabilidade das diferenças e manias, podendo respeitar o espaço e os limites um do outro. Porque dividir a mesma geladeira, cama,  banheiro e as contas? Não ta dando conta sozinha? Aluga o segundo quarto pra uma amiga e não deixa ela usar seu quarto e nem seu banheiro!


Segue matéria publicada 15/08/2001 no IG

Sou dona do controle remoto
Nada de cuecas penduradas no varal. Ou ser refém de horários para preparar e servir jantar para o marido.
Lavar e passar? Quando estiver a fim.
Futebol na televisão? Só na casa do vizinho.
Ser livre para fazer o que der na telha, como curtir baladas com amigos ou simplesmente ler um livro em silêncio. E – claro – namorar quando surgir um parceiro interessante, mesmo que seja apenas por uma noite. Estas são algumas das vantagens apontadas por mulheres – de todas as idades – que não só assumem, como adoram a solteirice. E garantem que têm muito o que comemorar neste 15 de agosto, Dia dos Solteiros.

“A melhor coisa do mundo é ser solteira. Liberdade é tudo de bom”, define a pedagoga Rebeca Dardes, 48, com a propriedade de quem já experimentou o outro lado.

Durante mais de 20 anos, dividiu sua vida com o marido, que morreu há três anos e com quem teve um filho, hoje com 15 anos. Para quem deduz que a decisão de não casar mais veio, portanto de um relacionamento que deu errado está, no caso dela, errado.

“Foi uma relação muito boa. Ele era ótimo, um grande parceiro. Depois da morte dele, chorei durante um ano sentada no sofá. Não achava justo. Fiquei mal”, conta. Passado o período de luto, ela sacudiu a poeira, recuperou o ânimo e percebeu que ser solteira tem muitas vantagens. “Percebi que era o tipo de vida que eu sempre quis. Hoje, faço o que quero. Sou a dona do controle remoto”, brinca Rebeca, que confessa jamais ter sonhado com casamento. Sucumbiu à pressão da família. “Nunca quis esse negócio de véu e grinalda. Eu gostava dele. Mas não queria casar.”

Hoje, ela divide seu tempo entre os cuidados com o filho, o trabalho, tarefas domésticas (“quando quero”), baladas com amigas – e amigos – e viagens. Já até arrumou namorado. Na verdade, três. “Mas nada sério”, adianta. “É muito bom estar solteira. É ótimo quando não tem ninguém roncando do seu lado. É incrível. Parece que todos os homens roncam”, afirma. “Adoro dormir sozinha. Sempre gostei, mesmo casada. Tinha vontade de comprar duas camas para cada um dormir na sua. Mas não falava nada para não magoar”.

"Quero liberdade para fazer o que quiser, na hora que quiser”
O dia estava próximo, data do casamento marcada. Os preparativos para a cerimônia religiosa e para a festa já começavam a fazer parte das preocupações do casal, amigos íntimos e parentes. Mas, pouco tempo antes de enfrentar o altar, a vida da relações públicas Paula Martinelli, 28, mudou totalmente de rumo.
Ela já sabia. As responsabilidades e demandas de um casamento tradicional não significavam, para Paula, a garantia de um futuro feliz. Na verdade, muito ao contrário. “Tem outros modos de ser feliz, sem a necessidade de um casamento. Essa coisa de casar - e morar junto - é totalmente desnecessária”, decreta. “É um modelo ultrapassado. A tendência é a convivência deteriorar a relação”, pontua. Desistiu.
Casar, não. Namorar, sim. Ela namora há um ano. E garante que o parceiro compactua com suas ideias. “Ele pensa o mesmo. Já conversamos”, diz. Ela abre mão apenas do modelo tradicional de casamento. Descarta qualquer possibilidade de morar junto, e ser mãe. Mas não abre mão de compartilhar momentos importantes da vida com o parceiro. E faz questão de fidelidade.

Paula discorda, inclusive, dos que pregam que solteiros convictos são autossuficientes. “Não são. Não gosto de ficar sozinha. Gosto de ter alguém em quem possa confiar, com quem conversar e dividir momentos. Mas preciso preservar a minha individualidade para estar bem comigo e com a outra pessoa”, explica. “O casamento atropela isso”, opina.

“Minha pretensão não é casar e ter filho. Só ter filho”
Pressão familiar, convenções sociais, paradigmas, tabus. É contra tudo isso que a jornalista Dayane Santos, 35, tem lutado para manter sua solteirice. De família tradicional, onde o casamento é encarado como consequência natural da vida, ela conhece bem os benefícios e as agruras de chegar aos 35 (quase 36) sem marido e filhos. “Sou de uma geração na qual as mulheres tinham algumas pretensões básicas, como casar, ter filhos, casa, carro. Fui criada com essa concepção. E minha família cobra muito isso de mim”, conta.

Outro ponto, sentido de forma mais contundente pelas mulheres da geração de Dayane, é a independência, inclusive a financeira. Ter uma profissão definida, um emprego estável e uma boa renda pode incomodar os homens. “De forma geral, os homens não conseguem lidar ”, resume a jornalista. Mas isso não a incomoda, até porque casar não está mesmo nos seus planos. “Minha prioridade é alcançar mais estabilidade, um nível profissional mais elevado”, diz.

Casamento ela não quer. Mas sonha em ser mãe. “Minha pretensão não é casar e ter filho. Só penso em ter filho”, revela. Enquanto o filho não chega, curte os sobrinhos Duda, Manoela, Lorena, Felipe e Vinícius. “Minha relação com eles é muito forte.”

“Nem penso em casar, ter marido e filhos”
Muito mais nova que Rebeca e Paula, e sem jamais ter namorado sério, Marina Morena Firmino Alves, 19, já joga no time das solteiras convictas. “Não tenho paciência para namorar. Sou muito irritada. Detesto gracinhas bobas e ciúme besta. E nem penso em casar, ter marido e filhos”, afirma. Em primeiro lugar na vida de Marina estão os estudos e seus quatro irmãos.

“Já não basta ter quatro irmãos? Como sou a mais velha, ajudo a cuidar deles”, diz. Mas cuidar dos pequenos não é tarefa imposta. “Eu faço, primeiro, porque é preciso todo mundo ajudar um pouco em casa. E, segundo, porque eu gosto. Na verdade, eu quero é estudar e cuidar da minha vida e deles”, conta ela.

É isso aí mulherada, feliz dia das SOLTEIRAS!!!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

"Enfim, tenho agradecido por estar vivo e ter andado por onde andei e ter vivido tudo o que vivi e ser exatamente como sou."

Caio Fernando Abreu

terça-feira, 26 de julho de 2011

Peace forever Amy!

                                            
Ela era linda, muito linda!!!

Fale quem quiser e o que quiser, nada afeta a minha total admiração pela cantora e compositora. As drogas podem limitar a expressão do talento, pode destruir e levar a morte, mas não pode negar e nem desprezar a voz caliente e suingueira de Amy.

Eu devo gostar muito das irreverências, das coisas e pessoas que não se deixam levar pelos pobres padrões que mutilam a personalidade de cada indivíduo. Nunca gostei de gente “sabão em pó”, meus amigos e ídolos são tão exclusivos e especiais que duram pra sempre.


Não vai aqui nenhuma apologia às drogas, mas o fato é que eu nem posso falar mal, sou usuária de pelo menos duas delas, legais, mas que matam e destroem da mesma forma. Mas vamos lá, quem nunca experimentou nenhuma delas? Ah, aquele cagão que desde pequeno foi ensinado a ter medo do bicho papão e da mula sem cabeça ou aquele que nasceu numa família ultra-super religiosa e foi convertido logo ao nascer, mesmo assim. . . A quem quebre essas regras. A droga existe desde que mundo é mundo e até o mais careta dos artistas pelo menos já experimentou. Então, acho que o combate a essas ferramentas de liberdade condicional da realidade, deviam ser vendidas e liberadas por meio de um cadastro único de usuários, é sério. Imagine um cartão pessoal com identificação para comprar apenas drogas. Você se dirigia a um posto de venda, pra isso elas deveriam ser liberadas e uma secretaria especial manteria o seu controle - entrada, saída, consumo, etc., e o usuário teria uma cota de cada tipo de droga que usasse por dia. O cartão seria bloqueado quando chegasse ao limite permitido para aquela pessoa.

Haveria cambistas ou traficantes do sistema? Sim, mas assim como ainda existe gente que bebe e dirige. De qualquer forma o governo não se eximiria desse controle. Não vamos ser ingênuos de acreditar que um dia a polícia ou o país acabará com a droga, isso é impossível! Tem gente muito influente por trás dessa máfia, máfia de terno e gravata, de corrupção e sonegação! A droga é boa e ruim, só depende de quem a usa, como usa e pra quê usa.


Amy usou descontroladamente, exageradamente e ninguém pode impedi-la. Fez do seu uso, o seu destino trágico e talvez até consciente. Foi dona da sua voz e da sua dor, escolheu uma vida curta, infelizmente, mas deve ter se sentido autentica o tempo real que viveu. Eu lamento profundamente por não poder ter mais nenhuma música nova de sua composição, por não ouvir mais outras canções na sua voz inigualável, por não poder vê-la novamente linda, dançando desengonçada, mas cheia de charme pessoal.
E aqui vai a pergunta que não quer calar: “Como será que seria a Amy de cara limpa, certinha, comportadinha, bebendo uma soda e agradecendo a platéia por terem vindo?”

Aplaudo:
“Um vozeirão se cala. E que vozeirão! Difícil encontrar outro com igual timbre. Raro, forte e de arrepiar! Amy era também um furacão que causava problemas por onde passava. Tinha de causar, era sua natureza. Chapada, atormentada, barraqueira, desequilibrada, porra-louca, autodestrutiva e desbocada. Escancaradamente humana. Perturbadoramente verdadeira. Excepcionalmente talentosa”.(Fernanda Cordeiro Gazola, Belo Horizonte-MG)



BYE BYE AMY!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Zoocity de portas abertas


To tão cansada de *domesticar um leão por dia, que ao conhecer uma pessoa pergunto logo: "Se for do signo de leão passa reto!"


* sou contra matar animais, rs

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Ai!!!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Feriado

Vou aproveitar esse feriado pra colocar minha cabeça no travesseiro e o resto do corpo no colchão!

Porque não colocam os feriados de quinta na sexta e os de terça na segunda????

sexta-feira, 17 de junho de 2011

HOJE É SEXTA!!!!!!!!!!!!!!


Ai meu Deus, muito obrigada! Que você nunca me deixe morrer numa sexta, se for necessário, estenda até a segunda. Brigadúúúúúúúú!!!!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Cansaço sobrenatural

Você já se sentiu tão cansada, mais tão cansada que mesmo deitada se sente cansada?
Mesmo depois de ter dormido a noite inteirinha, levanta se sentindo com mais sono e mais cansada?

Meu pai, que cansaço é esse????

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Quem me governa também cuida de mim e me protege!


Obrigada por tanto axé, por todos os dias de proteção e segurança.
Salve todas as forças divinas, o vento, a água, a terra e o fogo, salve xamãs de todas as tribos, os orixás, os mestres, o Budha e as divindades femininas.
Salve Deus, salve Jesus Cristo, o mestre e profeta de todos nós! 

segunda-feira, 30 de maio de 2011

A moça mais uma vez vai pra guerra!

Pra minha menina que já é uma mulher, mas muitas vezes se esquece disso.

“Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa.

Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera.

Estranho e que ela já apanhou demais da vida. Essa moça tem relacionamentos estranhos, acho que ela está condicionada a ser uma pessoa substituta. E quem não é?

A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas?

A moça…ela muito amou, ama, amará, e muito se machuca também. Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar.

Às vezes esse alguém aparece, outras vezes, não. E pra ela? Por quem ela espera?

E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará.

A moça – que não era Capitu, mas também têm olhos de ressaca – levanta e segue em frente.

Não por ser forte, e sim pelo contrário… Por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.”

 
(Caio Fernando Abreu)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Observatório natural da língua falada



De tanto conhecer pessoas e amigos que confessaram sobre o hábito ou costume, sei lá, de falarem sozinhos, venho reparando várias pessoas com esse mesmo costume. De repente vejo essas pessoas andando na rua, nos bares e restaurantes, nas filas, dentro dos carros e coletivos . . . 

Tenho alguns causos interessantes:

Um deles foi o de um senhor que devia ter aproximadamente seus 55 anos e estava sentado sozinho num bar em Botafogo. Eu passava de carro e parei em frente ao bar para esperar uma pessoa, não saí de dentro do carro e também não podia ser vista por conta do insufilme. Bom, olhei pra mesa onde nosso artista estava e vi que ele já havia consumido umas 3 garrafas de cerveja de 600ml. Isso já era um bom motivo pra soltar a língua. Ele fumava e bebia, gesticulava e fazia caretas, expressões de quem está concordando com o assunto, em outros momentos se aborrecia e ficava mais enérgico nos seus gestos e falas, depois voltava a concordar, sorria, por pelo menos umas 10 vezes puxou o canto todo da boca num gesto de quem diz: “que chato isso, hein”. Eu não conseguia mais parar de olhar praquele homem, parecia que o mundo havia parado, o resto das pessoas desaparecido e só existia eu e ele. E ele não estava nem aí, passavam pessoas, a garçonete limpava a mesa dele, trazia outra cerveja e, ele parava, dava atenção à ela e depois voltava a conversar com alguém que só ele via e conhecia. Ou será conversava com ele mesmo? Sei lá . . . só sei que de repente a pessoa que eu esperava chegou e graças a Deus me trouxe de volta pro mundo das pessoas visíveis.


Outro caso foi de uma mulher, menina ainda, não devia ter nem 30 anos. Eu estava andando pelo meu percurso normal, das reuniões no centro, e logo que saí do prédio e caminhei pela Carioca, eu a vi. Toda arrumadinha, fumava e falava sem parar, carregava uma bolsa estilosa e seu papo parecia bem animado. Ela falava baixinho, mas dava pra perceber que havia uma expressão de animação em seu rosto, também fazia gestos, ria pelos cantos da boca e às vezes fazia uma cara de quem busca justificar que não é louca e que não está falando sozinha, está apenas tendo insights. Isso me faz lembrar de uma amiga que fez um curso chamado insight e parece que ainda não voltou . . .parece uma borboleta colorida voando pela Cidade e pousando nas flores, escorregando nos arco-íris, cantarolando jota Quest "Dias melhores pra sempre . . ." Bom, mas esse é assunto para outro post. Voltando a moça entusiasmada, eu caminhava lado a lado com ela numa distância razoável para que ela não percebesse a minha curiosidade em observá-la. E de rabo de olho eu ia lhe seguindo, cada gesto e palavra sussurrada. Não dava realmente pra ouvir nada do que ela falava, o barulho da cidade me impedia, mas ficou claro pra mim que ela estava num transe só dela, senti a mesma sensação que tive com o homem do bar . . . parecia que o mundo havia parado em mim e nela. Ai, que pavor! Quando eu estava para entrar no metrô, ela seguiu em frente. Confesso que me senti aliviada, libertada de uma corrente invisível que essas pessoas nos enlaçam. Parece MATRIX, saca?


Essa semana, parei meu carro num sinal ao lado de outro carro, olhei pro lado e vi o cara falando sozinho dentro do carro. Não não, ele não estava cantando e nem falando no viva voz, porque ele falava e fazia aqueles gestos habituais de quem já fala sozinho por hobby mesmo, já estou ficando craque em reconhecer esses tipos. Eu fiquei ali o tempo do sinal olhando e tentando decifrar se era animado, triste, chateado, irritado, surpreso, o assunto/tema dessa fantasmagórica conversa, mas não deu muito tempo. Só sei que ele estava tão envolvido que o sinal abriu e ele não saiu com o carro e eu muito menos, pois estava observando ele. Os carros buzinaram e fui obrigada a deixar aquele sujeito sem estabelecer a tal conexão da corrente. Garças a Deus!!!


Eu não consigo falar sozinha de jeito nenhum, nem em casa com portas e janelas fechadas, tenho a maior dificuldade, acho que é coisa do signo, sou taurina e meus pés estão cravados na terra e na realidade. Talvez por isso fico tão enfeitiçada olhando essas pessoas . . . são tão diferentes, tão mais soltas e desprendidas. . .
Não vou negar que tenho um pouco de medinho, sei lá, vai que elas estão mesmo conversando com alguém que eu não vejo?


Sendo psicóloga já fui questionada sobre o que acho dessas pessoas – Será que é esquizofrenia? Pode ser espiritual, encosto de algum espírito? Sinceramente, não sei e nem estou a fim de conceituar ou trazer essa discussão, apenas relatar que o fato dessas pessoas agirem diferente da maioria (será?), causa sempre um estranhar de curiosidade e medo.
Ah! Como disse lá no início, tenho muitas amigas que falam sozinhas, com ou sem ajuda de espelho,  elas me parecem normais, ou melhor, não esquizofrênicas, e nem possuidas por algum espírito, só quando bebem e conversam de verdade com alguém bem visível, kkkk!