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terça-feira, 3 de julho de 2012

"Quando tudo nos parece dar errado
Acontecem coisas boas
Que não teriam acontecido
Se tudo tivesse dado certo."



-Renato Russo

quarta-feira, 13 de junho de 2012

segunda-feira, 11 de junho de 2012

A minha alma (ainda) pouco imoral





Nunca me vi tão perplexa e boquiaberta, em êxtase melhor dizendo, como nesse fim de semana ao assistir o espetáculo: A Alma Imoral com Clarice Niskier, uma adaptação do livro de mesmo título, do rabino Nilton Bonder.

Seguiria Clarice em toda a sua turnê pelo Brasil, isso se pudesse, mas como a minha alma ainda de aprendiz não é em sua plenitude uma alma livre e imoral, preciso conduzí-la presa a um corpo ainda aprisionado pelos tantos conceitos do sistema a qual pertenço . . . e mesmo querendo sair por aí desbravando os muitos lugares que talvez não consiga conhecer por impossibilidade de rompimentos transgressores, o jeito é mesmo seguí-la no Youtube, nas vezes em que seu espetáculo estiver no Rio, ler o livro do rabino pela internet e tentar buscar uma mutação da minha ignorância que engatinha para uma possibilidade consciente (agora, embora, nunca seja tarde!) de alma imoral, sem perder a condição de ser coletivo e social. Mas de um ser humano que se sabe ser humano e que vê, e mesmo vendo , sabe que nem tudo aquilo que vê é o que é.

Abaixo vou citar algumas frases que lembro e outras que estou ainda lendo e relendo . . . 
De certo que numa tentativa de não perder-me do foco e nem de me ver absolutamente ignorante das deficiências a que estou anos submetida, faço aqui minhas próprias considerações!


''O problema, no entanto, está no fato de que é impossível mudar sem se expor ao erro absoluto."

-E assim me vi errando, ah meu humilde erro! E foi errando de um jeito tão tolo e desesperador que consegui através de uma exposição banal enxergar com os olhos de quem vê. Revelador e constrangedor sim, mas de um salto necessário para a proposta transgressora, sem perder a essência de tudo que aprendi. Desconstruir é de fato necessário, mas não deixar de existir na sua própria essência, como se morrer fosse a libertação para uma nova vida sem traços do que absorveu das experiencias passadas. Assumir, no mais amplo conceito de seu significado o erro e a tolice, já é imoral.

"A importância do presente está na responsabilidade que temos de honrar o passado e o futuro, numa medida artisticamente concebida de honrar compromissos e rompimentos."

-É com essa certeza que busco seguir numa tentativa de recriar e possibilitar um futuro de novos compromissos e rompimentos, sem jamais desacreditar que o presente pode ser uma responsabilidade menos penosa de honrar um futuro-passado. 


“O Apego ameaça e violenta a integridade de um ser humano da mesma maneira que uma traição. Somos capazes de medir a última, mas poucas vezes nos damos conta da violência que impomos à nossa alma.”

-Essa frase, me diz muito, muito do que precisava codificar pra entender que não se pode segurar pelas mãos nem pelo coração àquele que busca o desapego, nem ao outro nem a nós mesmos. Enxerguei muitas vezes como o cego que não sabe o que não vê, quando julguei à quem transgrediu ao meu lado sem me violentar, quando o que eu achava era justamente o contrário. Somos um tanto egoístas muitas vezes, por condicionar ao amor ou a contratos, relações que já se findaram pelo tempo concreto de plantio e colheita. Assim, diante do apego de um passado ou à alguém, nos violentamos por medo ou comodismo. Podemos esquecer o compromisso com o futuro por conveniência, por sermos tolos, por medo do desconhecido e violentarmo-nos a condição de viver o apego desmedido e a acomodação, ao invés de marcharmos.

"E quantos de nossos esforços e sacrifícios são, na verdade,  'oferendas' ao nada?''

- Quem já não teve a sensação de nadar no seco? Quem nunca se deu demais num projeto ou a alguém que não está preparado para receber ou nâo tem condições de reconhecer o tipo de oferenda que está recebendo? E quantas vezes não movemos montanhas para Maomés invisíveis? Quem nunca se deu demais a quem nada tinha condições de receber?

"Aqueles que se permitem transgressões da alma com certeza são vistos e recebidos pelos outros como estrangeiros. Os que mudam de emprego radicalmente, os que refazem relações amorosas, os que abandonam vícios, os que perdem medos, o que se libertam e os que rompem experimentam a solidão que só pode ser quebrada por outro que conheça essas experiências. A natureza da experiência pode ser totalmente distinta, mas eles se tornarão parceiros enquanto 'forasteiros'." - pág. 66

Começo a perceber a necessidade latente de encontrar a turma do meu real pertencimento - meus Raul's, Cazuza's, Janis . . . eu posso me dizer transgressora assim como meus ídolos, e a minha dor vai me conduzindo para uma solidão ao encontro da libertação e do reconhecimento de quem viveu experiencias semelhantes. Não vou recusar o processo da dor, porque sei que é preciso passar por ela para alcançar a paz interior e a sua purificação. Desnudo-me da carência que me aprisiona e do apego para sair do escuro e continuar a marcha. Deixe que me vejam como estrangeiro, pois o que aqui sou é mesmo um estrangeiro disposto a enfrentar todos os medos do caminho oculto, com a certeza de que solitários estrangeiros como eu cruzarão o meu caminho.

"Ainda cometeremos muitas crucificações, mas a derradeira, a que realmente está em jogo, é a nossa. Se não encontrarmos alguma forma de paz formada de tensão entre nosso corpo e nossa alma, entre nossa moral animal e nossa imoralidade, estamos ameaçados de não redimirmos nossa espécie." - pág. 118

- Que essa paz de tensão absoluta que hoje briga em desarmonia com meu corpo e minha alma, respire novamente e não me crucifique mais. 

"A vida saberá nos julgar não apenas pelas 'perversidades' que acreditamos poder evitar, mas também pelas 'tolices' que nos permitimos." - pág. 77

- Eu mudaria a palavra 'julgar' pela palavra 'perdoar', talvez porque acredito que a vida não nos possa julgar. Ela nos da condições e formas diferentes de vermos as tolices e as perversidades que praticamos, deixando para cada um de nós, o julgamento dos compromissos aos quais fomos capazes de nos fazermos.


Clique na figura para assistir um trecho da peça.

Para os que ainda não conseguiram assistir, aqui vai a dica: se comprometa com a possibilidade de assistir o espetáculo assim que ele voltar ao Rio . . . Clarice vai deixar sua alma irrequieta por 1h e 20 min, mas você poderá ter a chance de acalmá-la por muito tempo depois. Além de desfrutar da delicadeza e sutileza corporal em que a atriz conduz o espetáculo, pela música sensível e doce que te emocionará e principalmente pelo texto.  Lamentei muito não ter visto antes, mas me perdoo porque sei que talvez esse tenha sido o mais  apropriado momento para o meu entendimento.


Clarice Niskier, uma deusa, uma musa, uma grande atriz, sem roupa nenhuma no corpo, mas com todos os assessórios da alma para lhe conduzir a uma viagem além dos olhos físicos. A nudez de Clarice na peça é a verdadeira veste da alma. Parabéns e obrigada!

terça-feira, 13 de março de 2012

Você quer ler INVERSOS?


Quem tiver interesse em adquirir o livro autografado, basta escrever para

sylbello@gmail.com  que enviarei pelos correios.


Ou pelos sites: 


Boa viagem!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

CONVITE - INVERSOS

Enfim, nasceu meu primeiro filho!

Espero levar todos para um bello passeio no meu balão mágico 
e percorrer as mais loucas e poéticas aventuras da alma . . . vem voar comigo!!!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O artista - vencedor do Oscar 2012


Fiz de tudo pra me manter acordada e ver ganhar o Oscar 2012 de melhor filme do ano - The Artist, mas parece até mentira, eu dormi. 
Não importa. Vi esse ator genial ganhar a estatueta e já fiquei feliz. Vibrei!Heeeeee!!!
Sabia que esse filme não perderia para nenhum outro. Assisti quase todos os que concorreram e, confesso, não lembro de mim no cinema com tanta emoção e fascínio, como fiquei ao assistir "O Artista". 
Fui tomada por uma  forte onda de recordações. Fui parar na minha infância e lembrei dos filmes mudos que assistia na sessão da tarde quando chegava do colégio. Nossa, que nostalgia me deu, que saudade daqueles bons tempos. Tudo era tão poético e ingênuo, eu ria e chorava das coisas mais simples da vida . . . nesse tempo tudo era tão descomplicado. Quem era bom, era bom, quem era mocinho, era mocinho, quem era vilão, era vilão, simples assim. 
Acho que o filme mudo traduzia as emoções do personagem de uma forma mais lúdica, poética e romantica. As emoções não eram camufladas, eram vivas e vistas num olhar, numa expressão, num caminhar, era essa leveza de tradução do sentimento que me encantava e emocionava. Podíamos entender e saber facilmente, o que o autor queria nos dizer.
Tenho a forte lembrança de Chaplin em cenas que me marcaram muito durante a infância e que, sinceramente, não as encontro mais nos clássicos de hoje. 




Parabéns Michel Hazanavicius, parabéns Jean Dujardin!
Muito obrigada por esse momento mágico que me proporcionaram no cinema.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Coisas que a vida ensina depois dos 40


Amor não se implora, não se pede não se espera...

Amor se vive ou não


Ciúmes é um sentimento inútil, não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus
para mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.


domingo, 9 de outubro de 2011

A pele sensacional!!!

Almodóvar será sempre uma surpresa . . . quando acho que já conheço um pouco  do universo complexo e contemporâneo de suas películas, acabo de olhos arregalados na cadeira do cinema. Saio sempre pensativa, com uma cara de quem viu um E.T. prateado de tanguinha tigresa. 


Antonio Banderas, sem comentários, só suspiros!

Comprei meu ingresso antecipado, sabia que por conta do festival seria disputadíssimo assistir esse mestre do cinema. Só consegui comprar para a sessão das 14h no Roxy. Não havia cadeira marcada e acabei lá em cima no poleiro, mas valeu, deu pra ver muito bem, aliás, bem demais!
Quando saí do cinema me deparei com uma multidão em Copa . . . não estava entendendo nada, parecia carnaval! Aí, abusada e cara de pau que sou, parei um que passava apressado e perguntei: "O que é isso, o que está acontecendo lá na praia?" E ele me respondeu: ''É a parada Gay, estou correndo pra lá, uiiiii!!!". Eu juro que esse "uiiiiii" foi dele mesmo, não é uma forma de escrever e dar nenhuma entonação ao meu texto, rsrsrs!

Sair do cinema no mesmo dia da parada gay. . . os VICENTE's estavam ali, livres e felizes, rs!

CRITICA JB:

Almodóvar tem a consciência disso e sabe a responsabilidade que sua posição traz.  Ele tem o controle perfeito sobre o tempo cinematográfico, sobre o espaço cênico e sobre o que seus atores têm a oferecer. Com isso, cria momentos de sensibilidade ímpar. A mescla de sentimentos opostos e de gêneros completamente diferentes em uma mesma cena é a maneira que Almodóvar tem de mostrar a sua visão sobre a vida, em que tragédia, comédia e melodrama digno de novela mexicana estão sempre misturados, com limites muito mal-estabelecidos entre eles.
Em A pele que habito,  por trás da complexa trama, Almodóvar traz ainda uma complexa discussão. Na busca do homem pelo controle sobre a vida, na tentativa eternamente frustrada de evitar a morte e alcançar a eternidade, vimos nossas ciências e tecnologias chegarem a níveis extremos de evolução. E se, nessa busca, tivermos a chance de enfim darmos à luz a esse “super-homem”? Quais são os limites que estaremos dispostos a ultrapassar e os sacrifícios que estaremos dispostos a fazer? A última fala do filme pode ser, talvez, um sopro desesperado para que se veja a humanidade por trás de toda a “perfeição” técnica. A superficialidade dessa última não pode se sobrepor à intensidade da primeira.
Com seu ensaio sobre amor, ódio, vingança e busca pelo inalcançável, Pedro Almodóvar nos brinda com mais uma pérola de seu cinema único. Um filme imperdível.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Fim de semana cultural

Adorei!!!
O jornalista, dramaturgo e escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (1948-1996) inspirou o espetáculo Mulheres de Caio, onde aparecem alguns de seus principais contos sobre as facetas do mundo feminino.
O drama traz oito mulheres vividas pelas atrizes Linn Jardim, Paula Guimarães, Patrícia Elizardo, Bruna Spinola, Rhavine Crisphim, Carol Fazu, Joana Gervais e Larissa Sarmento. No palco, o grupo expõe intimidades ao falar de amor, morte, paixão, sexo e solidão a partir dos textos O Príncipe Sapo, Creme de Alface, Os Sobreviventes e Dama da Noite.

Teatro Café Pequeno - Leblon




No cinema - Muito bom!!!
Na trama, os personagens vivem situações decisivas, como a mulher que descobre que o amante usava remédio para aumentar a potência; o casal que resolve ter outros parceiros; o farmacêutico que seduz a melhor amiga; o homem que se descobre atraído por outros homens, mesmo amando a mulher; e o casal que se conheceu via internet e sempre se encontrava no escuro, até que o acaso revela mais do que gostariam.


sábado, 7 de maio de 2011

Patagônia Argentina

Ah! Viajar . . . tem coisa melhor nessa vida?
Havia tempos que eu não fazia uma viagem tão legal e tão boa, principalmente porque tudo foi decido as pressas e tudo saiu "quase perfeito", senão fosse o hotel reservado pela internet em Buenos Aires. Nunca, jamais se hospede no Apart Hotel America Studios na rua Uruguay, aquilo lá é uma espelunca, um verdadeiro puleiro, até mofo aparente nas paredes e box com vazamento você ganha de brinde.
Mas isso foi apenas um pequeno detalhe, porque a viagem mesmo foi para PATAGÔNIA, BsAs foi só um pit stop e, os hotéis e passeios em El Calafate e Ushuaia superaram as expectativas e fizeram esse pequeno detalhe ficar no esquecimento.
As belezas naturais desses lugares são tão extravagantes que nos enchem os olhos de pura emoção. Me peguei várias vezes com lágrimas nos olhos de tanta emoção e satisfação por estar viva e tendo o privilégio de ver de perto tamanha prova de Deus entre nós.  Já estou com saudades e querendo voltar!

Se você ainda não foi, nem discuta, não perca mais tempo, VÁ correndo!
 El Calafate
 Glaciar Perito Moreno
Passarela para o Glaciar

Lagoa verde - Parque Nacional da Terra Del Fuego

 Lago Escondido - Ushuaia

 Canal de Beagle - Ushuaia - Ilha Del Lobos

El Calafate - Local histórico onde viveram os índios


Aproveitando uma frase roubada,
"Todo mundo deveria poder vir aqui e ver isso tudo de perto!"

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Tá perdido no Leblon ?

Casa do Alemão













Rua Ataulfo de Paiva, 644 – Lojas A e B
Tels: 2540-7900 ou 2540-5992
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Azeitona & Cia







Rua Dias Ferreira 647. Tel: 2540-5166
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Botequim Chico & Alaíde







Rua Dias Ferreira, 679, Leblon Tel: 2512-0028
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Bracarense


Rua José Linhares, 85 B Tel: 2294-3549 e 2511-1496
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Tropeço






Avenida Ataulfo de Paiva, número 517 Tel: 2239-3121
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ANDY’S Sandwiches e Hot Dogs









Rua Ataulfo de Paiva , Tel: 2294-2148
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Filé do Lira








Avenida Ataulfo de Paiva 658, no Leblon. Tel: 2294 4397
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Academia da Cachaça







Rua Conde Bernadotte 26 Tel: 2529-2680 / 2239-1542
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Alvaro’s







Rua Ataulfo de Paiva 500, no Leblon. Tel: 2294-2148
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Jobi










Avenida Ataulfo de Paiva, 1166 Tel: 2274-0547
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Gattopardo










Rua Conde Bernadotte, 26 Tel: 2512-2941
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Bar do Lado e Bar d´Hôtel

 


Av. Delfim Moreira 696, no Leblon. Tel: 2172-1100
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Bar da Praia





Marina Palace, térreo. Rua João Lira 5, Leblon. Tel: 2172-1000.
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Belmonte







Rua Dias Ferreira, 521. Tel: 2294-2849
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Botequim Informal



Rua Conde Bernadotte, 26 - Leblon - Tel: 2540-5504
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Deli 43-Pavelka








Rua João Lira 97, loja B, no Leblon. Tel: 2294-1745
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La Mole



Rua Dias Ferreira 147, no Leblon. Tel: 3460-0800
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Bar Veloso








Rua Aristides Espínola, 44. Tel: 2512-1113
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Santa Satisfação








Avenida Ataulfo de Paiva 1335. Tel: 2529 2063
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Pizzaria Guanabara







Av. Ataulfo de Paiva 1228, Leblon Tel: 2294-0797
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Cafeína







Av. Ataulfo de Paiva 1.321, Leblon Tel: 2259-6288
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Entre tantos, temos também o YALLA, VENGA! e CANTINHO . . . ambos na Dias Ferreira. O Leblon é mesmo terra de bons bares, tenho que reconhecer! Alguns nem fecham, outros só quando o último cliente sai trocando as pernas.
Os que não estão na lista . . . esses prefiro não recomendar, pois a frequência não merece elogios e não estão bem localizados.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Já armou sua árvore?

Paz
União
Alegrias
Esperanças
Amor/Sucesso
Realizações/Luz
Respeito/Harmonia
Saúde/Solidariedade
Felicidade/Humildade
Confraternização/Pureza
Amizade/Sabedoria/Perdão
Reconhecimento/Prosperidade
Igualdade/Liberdade/Sinceridade
Estima/Fraternidade/Tenacidade
Paciência/Bondade/Boa Sorte
Gratidão
Força/

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Um amigo de cotovelo inchado

Fui jantar com amigos na noite passada e me mantive sóbria ao ouvir as confissões de um amigo que acabara de se separar. O melhor a fazer nessas horas é se manter neutra, assim ele pode se sentir mais à vontade pra falar e contar o quanto e o que quiser. Quando a gente passa por isso só quer mesmo desabafar e, pra quem está na condição de ouvinte, apenas limite-se a ouvir, pois em um minuto tudo pode mudar.

Amar tem seu preço e no fundo todo mundo quer mais é se individar, dividir em 10 vezes, fazer carnê, passar cheque pré-datado e, se um dia a garantia acabar e começar a dar defeito, o melhor a fazer é outra dívida, já que esta, pressupõe que você já pagou.

Sugeri então que ele desse uma olhadinha nesse vídeo, porque na vida, o melhor remédio para a tragédia é a comédia!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Ontem - Dia mundial de Luta contra a AIDS

Fui assistir o Filme "Positivas" de Susanna Lira, um documentário sobre mulheres contaminadas pelo virus HIV e, após sua exibição foi realizado apresentação e debate com as colaboradoras (personagens reais) do documentário e a autora do filme.



A Aids ainda é vista com muito preconceito pela sociedade, muitos ainda acreditam que ela é uma "doença que só atinge homossexuais e pessoas promíscuas". É preciso desmistificar o assunto, ainda existe muito pra falar, debater, conhecer, entender e principalmente ouvir. Por isso, recomendo o filme, ele é um retrato vivo da luta gigantesca que é para as suas portadoras, primeiramente aceitarem em si a doença, depois admitir e ter apoio dos seus familiares, amigos, colegas de trabalho, enfim, mostrar à sociedade que a Aids existe e está viva, circula por aí e qualquer pessoa que não se previna sexualmente, pode se contaminar.

O documentário não explora a doença como fantasma ou bicho de sete cabeças, ela é tratada como verdade, mas sem se tornar um apelativo. O objetivo do filme é mostrar as dificuldades que seus portadores encontram desde o dia que recebem o resultado positivo, passando pelas  fases do entendimento, esclarecimento, revolta, medo e aceitação, devendo fazer as pazes com ela pra não morrer e enfrentar com dignidade e, até militância, a luta contra o preconceito e a falta de informação de grande parte da sociedade sobre as formas de contaminação.


Vale a pena assistir! Essas mulheres são exatamente como cada uma de nós, vivem vidas muito semelhantes, muitas foram contaminadas por seus maridos porque confiavam plenamente no seu amor.

Segue link para o blog
Para quem ainda não assistiu e se interessou, segue programação abaixo:

CANAL FUTURA
Quinta-feira, dia 2/12, às 21h
Domingo, dia 5/12, 19h30

TV BRASIL
Sexta-feira, dia 3/12, às 23h

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Sentindo e Pensando

Um pouco de tristeza não faz mal nem mata, entretanto pode nos fazer reconhecer e dar mais valor aos momentos de felicidade e alegria.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Eu te amo mesmo assim


“Se houver aqui algum homem comum a quem a Arte do Amor seja desconhecida, que ele escute com atenção minhas palavras e que, conhecendo-a através delas, ame.”
(A Arte de Amar de Ovídio - 43AC – 7DC)



É com essa frase que Osvaldo Mil inicia o musical “Eu Te Amo Mesmo Assim”. Com supervisão geral de João Falcão, direção cênica de João Sanches e adaptação de Jô Abdu, o espetáculo, inspirado na música sentimental brasileira e no livro “A Arte de Amar”, de Ovídio, é um manual prático do amor, contado por 21 músicas de Cartola, Chico Buarque, Geraldo Azevedo, Gilberto Gil, João Falcão, Roberto Carlos, Vinicius de Moraes e outros mestres da MPB.

No palco, os atores Laila Garin e Osvaldo Mil, acompanhados por uma banda com quatro músicos, dão todas as dicas pra quem quer conquistar ou esquecer um grande amor. A voz afinada e a expressão corporal dos atores dão ao espetáculo todo o glamour e a sensualidade necessária para enriquecer as cenas em que dançam, simulam brigas, conquistas e afetos. Os sentimentos ganham vida através dos movimentos dos atores, que contam com Duda Maia para a direção de movimentos.

“A Arte de Amar” foi escrito a mais de dois mil anos, mas surpreende por sua atualidade. A adaptação aproveitou os melhores conselhos de Ovídio para reensinar o novo homem como conquistar a nova mulher com ensinamentos simples e sutis que fazem a platéia se identificar imediatamente. O espetáculo é dividido em três momentos: primeiro canta e conta como conquistar o coração do objeto amado; segundo, como manter uma relação e, terceiro e último, se o fim for necessário, como esquecer um grande amor.

Dá pra fazer uma rápida consulta na consciência e rever pequenos flashs das suas antigas e, porque não, novas relações. Fechar tampas, abrir janelas e repensar seus conceitos e atitudes sobre o amor. Certamente o espetáculo vai te encantar, vai te fazer remexer e revirar os arquivos adormecidos ou até quem sabe, mau resolvidos, mas isso só se você tiver um grande amor e não for correspondido.

Shopping da Gávea
Teatro dos Quatro às 21:30
Vale a pena, bom espetáculo!