Ontem assistindo a leitura de “O Ovo e a Galinha” de Clarice Lispector, ouvi uma parte do texto em que ela dizia que muitas vezes achava que não era ela mesma quem escrevia suas coisas, que algo lhe fazia acordar de madrugada pra escrever algumas palavras ou frases soltas, onde as mesmas mais tarde virariam textos e/ou poesias.
Isso sempre me aconteceu, ultimamente acontece sempre.
UM BLOG PESSOAL E ALTERNATIVO PRA COMPARTILHAR TEXTOS, POESIAS, PENSAMENTOS, CRÔNICAS, REFLEXÕES, REPORTAGEM, DICAS, COISA E TAL. UM ESPAÇO VIRTUREAL DE TROCA E AMIZADE!
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Minha Clarice Lispector
Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão!
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer
- E daí? EU ADORO VOAR!
MARIA GADÚ
Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, viu
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta
Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, né
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta
Lounge
http://www.goear.com/listen/e6fb1fd/lounge-maria-gadu
Vamos pra um lounge
Beber um vinho safra ruim
E conversar sobre a TV
Vamos pra longe
Sem se tocar os olhos vão
Se encontrar e se perder
Eu e você assim de perto dá
Pra eu me perder de vez nas tuas tintas
Me dê uma noite um pouco da manhã
Só pra eu sacar se os olhos mudam de cor
Eu e você assim de perto dá
Pra eu me perder de vez nas tuas tintas
Me dê uma noite um pouco da manhã
Só pra eu sacar se os olhos mudam de cor
Vamos entrar
A minha casa não é quente
Trago o vermelho pra esquentar
Vamos suar
Com o veneno da serpente
Que eu roubei pra te picar
Eu e você assim de perto dá
Pra eu me perder de vez nas tuas tintas
Me dê uma noite um pouco da manhã
Só pra eu sacar se os olhos mudam de cor
Eu e você assim de perto dá
Pra eu me perder de vez nas tuas tintas
Me dê uma noite um pouco da manhã
Só pra eu sacar se os olhos mudam de cor
Dicas
Clarice dispensa comentários!
Eu acabei lá . . . no maior corre-corre porque a Daniella me disse por telefone: "Olha tem que vir logo, a sala está cheia e estamos encerrando a venda dos ingressos". Eu corri, fui realmente muito rápida, mas na direção errada, rs. O centrinho cultural, que eu não conhecia, ficava na rua ao lado da minha, quase na mesma direção do meu prédio, e eu não sei por que, achei que fosse no teatro do Café Leblon e saí em disparada . . . Tomei um banho ultra rápido, peguei a primeira roupa que vi, o tênis calcei sem a meia, o que me causou várias bolhas (ai que dor!) nos dois pés. Quando cheguei no teatro errado foi que recuperei a lucidez, tomei a direção de volta correndo e pensando: "Burra, burra, louca, louca, que droga!!!" mas imediatamente ouvi aquela voz companheira que mora no meu interior dizendo: "Não, que nada, tudo tem um significado para o bem, nada me acontece que não seja pra me aprimorar, amadurecer, facilitar, salvar, se fui na direção contrária foi porque algo foi evitado ou está sendo preparado . . . é o universo se fazendo presente na minha trajetória". E eu quase sempre tenho razão!!! Foi assim!
Quando cheguei no local devidamente certo, a Dani me disse: "Poxa, você demorou, não pude guardar os ingressos e acabou de acabar, mas tenho uma ótima notícia, vamos passar a leitura por um telão na sala do 2º andar, tem 80 lugares, ar condicionado e é free". Imediatamente meu botão foi acionado e a voz falou em mim: "Viu, não te disse, eu nunca te coloco em furada, te atrasei com a precisão absoluta pra você ver de graça e esperar seus 02 amigos com calma (a Mel e o Alê). Assim foi. Deu tempo da Mel comer uns belisquetes, eu tomar café e Alê chegar atrasado. Assistimos com direito a sentarmos juntos, comentar no ouvido e rir da maconha daninha que Clarice fumou antes de escrever sua obra.A lição de Budda é essa, confie nos sins e nos nãos que você recebe do universo, o que muitas vezes pode lhe parecer um não, é justamente um sim pra outras possibilidades!
O ovo e a galinha? Creio eu ter sido uma grande viagem hidropônica de Clarice, ela estrelou os ovos para as crianças no café da manhã e fez da casca um pó branco (igual ao seu ovo). Sentou-se à mesa e sem se dar conta cheirou 2 cascas de ovo. Impressionante!!!
Clarice, continuo te amando e te admirando, mas não entendendo bulhufas do ovo, talvez com muito esforço . . . um pouquinho da galinha . . . rs!
O ovo e a galinha? Creio eu ter sido uma grande viagem hidropônica de Clarice, ela estrelou os ovos para as crianças no café da manhã e fez da casca um pó branco (igual ao seu ovo). Sentou-se à mesa e sem se dar conta cheirou 2 cascas de ovo. Impressionante!!!
Clarice, continuo te amando e te admirando, mas não entendendo bulhufas do ovo, talvez com muito esforço . . . um pouquinho da galinha . . . rs!
Devaneei
Eu não sei te enganar porque me engano junto
me sinto tola como um cão que corre atrás do próprio rabo
Confesso, nunca quis ver o pôr do sol no Arpoador
nunca quis sair da praia pra sentar no Bracarense
muito menos te levar pra minha casa
tudo isso era pretexto sem sexo pra te encantar
E agora? O que eu faço com teu encanto?
Pra onde vou pra não te deixar me ver
Meus segredos ficaram na mesa do ultimo bar
você colocou no bolso meu cigarro
não quis me devolver aquele rabisco rasurado
Ai, o que eu vou fazer com essa confusão?
Não sou assim não, eu juro que não
só estava brincando, não me leva a sério não!!!
Eu vou por aí, por onde você não possa me ver
por favor me apaga, essa película é a maior furada
prefira não entender, vai por mim
te garanto que não vai perder nada
Só estou querendo me impressionar
Olha, olha pra lá, veja a lua inteira em cima desse bar
Toma ela, leva pra você e sonha que eu não estava no seu sonho
Não me inclua, não quero me culpar de já ter culpa
Nós não prestamos e nem fazemos boa mistura.
me sinto tola como um cão que corre atrás do próprio rabo
Confesso, nunca quis ver o pôr do sol no Arpoador
nunca quis sair da praia pra sentar no Bracarense
muito menos te levar pra minha casa
tudo isso era pretexto sem sexo pra te encantar
E agora? O que eu faço com teu encanto?
Pra onde vou pra não te deixar me ver
Meus segredos ficaram na mesa do ultimo bar
você colocou no bolso meu cigarro
não quis me devolver aquele rabisco rasurado
Ai, o que eu vou fazer com essa confusão?
Não sou assim não, eu juro que não
só estava brincando, não me leva a sério não!!!
Eu vou por aí, por onde você não possa me ver
por favor me apaga, essa película é a maior furada
prefira não entender, vai por mim
te garanto que não vai perder nada
Só estou querendo me impressionar
Olha, olha pra lá, veja a lua inteira em cima desse bar
Toma ela, leva pra você e sonha que eu não estava no seu sonho
Não me inclua, não quero me culpar de já ter culpa
Nós não prestamos e nem fazemos boa mistura.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Palavras Não Falam - música
Eu não escrevo pra ninguém e nem pra fazer música
E nem pra preencher o branco dessa página linda
Eu me entendo escrevendo e vejo tudo sem vaidade
Só tem eu e esse branco e ele me mostra o que eu não
sei
E me faz ver o que não tem palavra
Por mais que eu tente, são só palavras
Por mais que eu me mate, são só palavras
Mariana Aydar
E nem pra preencher o branco dessa página linda
Eu me entendo escrevendo e vejo tudo sem vaidade
Só tem eu e esse branco e ele me mostra o que eu não
sei
E me faz ver o que não tem palavra
Por mais que eu tente, são só palavras
Por mais que eu me mate, são só palavras
Mariana Aydar
Meu olhar de lugar vazio
"Onde estava agora
que pairou no teu olhar
um lugar vazio sem história?"
Não sei, não sei te responder
Devo ter fugido um instante por aí
Peguei carona num lápis de cor
ele riscou um arco-íris na minha memória.
O que importa é que nesse lugar aqui
Agora . . . em poucas horas . . . estou!
Não adianta procurar vazio pra
fazer de conta que não me vê
que não me entende
que eu sou um nó.
Vê se não arruma mais essa história!
Tá na minha hora . . .
Esqueço teu nome e o mapa da nossa história
Te falo muito por muitas horas
Não te permito ficar, mas não te deixo ir embora
Você sabe . . . tenho medo que nos volte àquela paranóia
Ah! Você vai daqui pra lá, de lá pra cá
Brinca de ficar e ir embora
Cuidado, se me der a louca pego o próximo avião,
Ônibus ou até caminhão
Quando bate em mim a saudade
Dos teus palavrões e arranhões
Acordo logo cedo querendo me afogar
Não, não, por favor,
Não deixe eu desligar o despertador
Não posso outra vez me atrasar
Hoje eu tenho que trabalhar
terça-feira, 3 de novembro de 2009
DICA DE CINEMA


COCO ANTES DE CHANEL
Gabrielle, junto com sua irmã, é deixada ainda menina num orfanato no coração da França, e todos os domingos ela espera, em vão, que o pai volte para buscá-la … Quando jovem, se apresenta cantando com a irmã num cabaré onde os freqüentadores são soldados bêbados a fim de diversão e prazer. Além de cantar no cabaré, ela é uma humilde costureira que conserta bainhas nos fundos de uma alfaiataria de cidade pequena. Conhece Etienne Balsan, que lhe oferece um
refúgio seguro em meio a um ambiente de decadência, vícios e leviandade. Coco, apelido lhe dado por Etienne, é uma mulher apaixonada que sabe que nunca será esposa de ninguém, rebelde, autêntica, ousada, inovadora e ambiciosa. Perde sua grande paixão, Boy Capel, o homem que retribuiu seu amor, num acidente de carro e desde então nunca mais teve nenhum relacionamento sério com ninguém, é o que se sabe, apenas. Uma rebelde que considera as convenções de sua época opressoras e prefere usar roupas mais leves e soltas, tecidos mais macios, confeccionando suas próprias roupas a partir das roupas dos homens, ousando, inclusive, a vestir calça comprida, o que naquela época era um afronta. Não usava espartilho, cinta e nem rendas, seus vestidos eram soltos e não marcavam seu corpo. Esta é a história de Gabrielle “Coco” Chanel, que começa a vida como uma órfã teimosa, e, ao longo de uma jornada extraordinária, se torna a lendária estilista de alta-costura que personificou a mulher moderna e se tornou um símbolo atemporal de sucesso, liberdade e estilo.
Simplesmente lindo, adorei!!! Vidrei na tela, a atriz tem uma singularidade de expressões que encanta, consegue transmitir em seu olhar e atitudes um misto de fúria e docura que é de arrepiar. Recomendo!
Gabrielle, junto com sua irmã, é deixada ainda menina num orfanato no coração da França, e todos os domingos ela espera, em vão, que o pai volte para buscá-la … Quando jovem, se apresenta cantando com a irmã num cabaré onde os freqüentadores são soldados bêbados a fim de diversão e prazer. Além de cantar no cabaré, ela é uma humilde costureira que conserta bainhas nos fundos de uma alfaiataria de cidade pequena. Conhece Etienne Balsan, que lhe oferece um
refúgio seguro em meio a um ambiente de decadência, vícios e leviandade. Coco, apelido lhe dado por Etienne, é uma mulher apaixonada que sabe que nunca será esposa de ninguém, rebelde, autêntica, ousada, inovadora e ambiciosa. Perde sua grande paixão, Boy Capel, o homem que retribuiu seu amor, num acidente de carro e desde então nunca mais teve nenhum relacionamento sério com ninguém, é o que se sabe, apenas. Uma rebelde que considera as convenções de sua época opressoras e prefere usar roupas mais leves e soltas, tecidos mais macios, confeccionando suas próprias roupas a partir das roupas dos homens, ousando, inclusive, a vestir calça comprida, o que naquela época era um afronta. Não usava espartilho, cinta e nem rendas, seus vestidos eram soltos e não marcavam seu corpo. Esta é a história de Gabrielle “Coco” Chanel, que começa a vida como uma órfã teimosa, e, ao longo de uma jornada extraordinária, se torna a lendária estilista de alta-costura que personificou a mulher moderna e se tornou um símbolo atemporal de sucesso, liberdade e estilo.
Simplesmente lindo, adorei!!! Vidrei na tela, a atriz tem uma singularidade de expressões que encanta, consegue transmitir em seu olhar e atitudes um misto de fúria e docura que é de arrepiar. Recomendo!
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Almoço de Sexta-feira - Simulado e Costela
Tudo começou com um Simulado de Emergência no edifício onde trabalho. Cheguei às 09:00h e o prédio já estava cercado por carros de bombeiro, ambulância, jornalistas, etc. obviamente que a segurança cercou o prédio com afastamento de uns 5 metros da rua até a portaria e, um segurança amigo me disse: Bom dia Bello, chegou bem na hora da evacuação, não precisa entrar (isso significa que não precisarei descer os 10 andares de escada em fila indiana), aguarda do outro lado da calçada, o prédio só será liberado daqui 1 hora.
Pensei comigo: Puxa, podia ter dormido mais uma meia hora que ainda continuaria com crédito.
Atravessei a rua e encontrei a turma toda do outro lado da rua e nem preciso dizer que foi a maior gargalhada!
Quando subimos já era quase a hora de descer pro almoço. Estava todo mundo com fome e foi então que iniciei um bate-papo pelo nosso programinha interno de chat institucional e, consegui contagiar cinco colegas (uma delas era a chiquérrima Thais) pra comer a costela a là Flinstons no Restaurante Escondidinho, no Beco do Barbeiro, em pleno Centro da Cidade. Pegamos 2 taxis e nos dividimos . . .
O Centro estava todo engarrafado (Ai que furada!) por conta do aniversário do cinema Iris, que resolveu fazer 100 anos justo hoje. Não havia como voltar e enfrentamos rezando aquela procisão de carros. Depois de 45 minutos chegamos no restaurante, depois de uns 20 minutos fomos servidos, durante uns 30min. saboreamos a costela e as 4 originais, 10min. para pagarmos a conta, acrescentando mais 15min. de volta ao trabalho, somando tudo tiramos umas 2 horas de almoço e ainda acho muito justo pra quem teve que passar por todo esse sufoco pra almoçar uma costela deliciosa no Centro da Cidade. A sobremesa é que não foi fácil de engolir; um e-mail do chefe-gerente-coordenador dando o maior esporro na galera pelo extenso horário de almoço. Quem foi o .... que não convidou o cara pra almoçar a costela com a gente????
Por falar em costela e feriado, segue receita rápida de Costela de Boi na pressão, bom apetite!
2 quilos de costela de vaca (cortados em cubos grandes)
3 tabletes de caldo de carne ou de caldo de costela
2 cebolas grandes, mal cortadas e despetaladas.
2 caixas/latas de molho de tomate pomarola
100 ml de vinho tinto seco
4 dentes de alho amassado
pimenta do reino a gosto
cheiro verde a gosto
Junte tudo na panela, coloque as cebolas por baixo de tudo, depois as costelas, em seguida o alho amassado, a pimenta, o alho e o cheiro verde. Jogue o vinho e misture tudo, depois adicione o pomarola e misture mais uma vez tudo. Feche a panela e deixe cozinhar na pressão em fogo médio por 30 minutos.
Bom Almoço e bom feriado!!!
Pensei comigo: Puxa, podia ter dormido mais uma meia hora que ainda continuaria com crédito.
Atravessei a rua e encontrei a turma toda do outro lado da rua e nem preciso dizer que foi a maior gargalhada!
Quando subimos já era quase a hora de descer pro almoço. Estava todo mundo com fome e foi então que iniciei um bate-papo pelo nosso programinha interno de chat institucional e, consegui contagiar cinco colegas (uma delas era a chiquérrima Thais) pra comer a costela a là Flinstons no Restaurante Escondidinho, no Beco do Barbeiro, em pleno Centro da Cidade. Pegamos 2 taxis e nos dividimos . . .
O Centro estava todo engarrafado (Ai que furada!) por conta do aniversário do cinema Iris, que resolveu fazer 100 anos justo hoje. Não havia como voltar e enfrentamos rezando aquela procisão de carros. Depois de 45 minutos chegamos no restaurante, depois de uns 20 minutos fomos servidos, durante uns 30min. saboreamos a costela e as 4 originais, 10min. para pagarmos a conta, acrescentando mais 15min. de volta ao trabalho, somando tudo tiramos umas 2 horas de almoço e ainda acho muito justo pra quem teve que passar por todo esse sufoco pra almoçar uma costela deliciosa no Centro da Cidade. A sobremesa é que não foi fácil de engolir; um e-mail do chefe-gerente-coordenador dando o maior esporro na galera pelo extenso horário de almoço. Quem foi o .... que não convidou o cara pra almoçar a costela com a gente????
Por falar em costela e feriado, segue receita rápida de Costela de Boi na pressão, bom apetite!
2 quilos de costela de vaca (cortados em cubos grandes)
3 tabletes de caldo de carne ou de caldo de costela
2 cebolas grandes, mal cortadas e despetaladas.
2 caixas/latas de molho de tomate pomarola
100 ml de vinho tinto seco
4 dentes de alho amassado
pimenta do reino a gosto
cheiro verde a gosto
Junte tudo na panela, coloque as cebolas por baixo de tudo, depois as costelas, em seguida o alho amassado, a pimenta, o alho e o cheiro verde. Jogue o vinho e misture tudo, depois adicione o pomarola e misture mais uma vez tudo. Feche a panela e deixe cozinhar na pressão em fogo médio por 30 minutos.
Bom Almoço e bom feriado!!!
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
O tempo não volta
Não me ocupa o tempo com culpa
Que eu não tenho
Não me venha falar de drama
Não chora porque eu não tenho mais lágrimas
pra te acompanhar
Não vem que não tem
Dentro de mim não rola, não me amola!
Nós somos duas páginas viradas
Eu não quero, você também não quer
Não precisamos desfrutar desse convívio
Não te devo satisfação
Não te quero mais no coração
Eu ruim??? Eu assim!!!
Te conheço mais que seu tempo
Você se transformou em orgulho
Não prega em vida o que na alma ensina
Não merece falar de cura, tempo, perdão, conciliação
Você se esconde na falsa oração
Vai pregar noutro coração
Quem foi que te disse que tempo é remédio?
Seu tempo foi longe demais
Não regou, secou
Não cuidou, morreu,
Não veio, vagou
Não usou, perdeu
Não viu, passou
Você fingiu que não me viu passar
Me falou com raiva que eu não prestava
Que plantei em nosso jardim outra flor
Mas essa flor não é mais minha, no meu jardim só tem rosa
Amor acorda, nosso tempo não tem volta!
Que eu não tenho
Não me venha falar de drama
Não chora porque eu não tenho mais lágrimas
pra te acompanhar
Não vem que não tem
Dentro de mim não rola, não me amola!
Nós somos duas páginas viradas
Eu não quero, você também não quer
Não precisamos desfrutar desse convívio
Não te devo satisfação
Não te quero mais no coração
Eu ruim??? Eu assim!!!
Te conheço mais que seu tempo
Você se transformou em orgulho
Não prega em vida o que na alma ensina
Não merece falar de cura, tempo, perdão, conciliação
Você se esconde na falsa oração
Vai pregar noutro coração
Quem foi que te disse que tempo é remédio?
Seu tempo foi longe demais
Não regou, secou
Não cuidou, morreu,
Não veio, vagou
Não usou, perdeu
Não viu, passou
Você fingiu que não me viu passar
Me falou com raiva que eu não prestava
Que plantei em nosso jardim outra flor
Mas essa flor não é mais minha, no meu jardim só tem rosa
Amor acorda, nosso tempo não tem volta!
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Dicas
"O Bem do Mar"
Um Pedaço da Bahia no Teatro do Leblon.
Espetáculo faz homenagem ao compositor baiano Dorival Caymmi, com personagens e situações inspirados em sua obra.
Quem nunca foi à Bahia vai conhecer o modo de vida, a sensualidade, a doçura que fazem parte do imaginário brasileiro, conhecido mundo afora. Quem já visitou a Bahia vai reconhecer as cores, as danças, os sons. O espetáculo não tem texto falado. É com as letras de Caymmi que os personagens ganham vida.
"O Bem do Mar" é um musical essencialmente brasileiro. As cenas foram criadas e são apresentadas a partir das situações propostas nas letras de Caymmi, e falam de uma visão muito particular de temas como amor, traição, ciúme, trabalho, casamento, religião, vida e morte.
Os personagens são inspirados, também, nos romances de Jorge Amado, na pintura de Di Cavalcanti e de Carybé. Personagens que trazem a malemolência, a sensualidade e a doçura que fazem parte desse imaginário de uma Bahia reverenciada mundo afora.
No cenário, um pouco da religiosidade, do artesanato, das tradições da Bahia tudo aquilo que sempre inspirou Dorival Caymmi a escrever quase 100 canções. Agora 68 delas estão sendo levadas para o palco. Sete músicos e quatro atores interpretam estes sucessos da música brasileira.
Teatro Leblon - Sala Fernanda Montenegro
Rua Conde Bernadote, 26, Leblon
Quinta, Sexta e Sábado às 21h. Domingo às 20h
"HEBERT DE PERTO"
Imperdível!!!
Uma obra de arte e vida cheia de lição, a gente vê realmente de perto o significado de superação, força, vontade, amor, saudade, talento, resignação, espiritualidade, amizade . . . Quem não viu, corre, quem já viu, reflita e comemore a vida de Hebert!
"lágrimas não são forever...dores já não são together..."
PEDRO CARDOSO - OS IGNORANTES
A peça é a história de uma bala perdida. Na verdade, não existe bala perdida. A peça conta a trajetória dessa bala que atinge um sujeito na primeira cena. Depois narram os fatos que levaram àquilo e as conseqüências desse incidente.
Em quatro partes, Pedro declama um repente, poeticamente LINDO, onde pude viajar por partes de um Brasil e um povo que muito me orgulho, povo que é nosso, povo que brilha na própria beleza e simplicidade de ser com muito luxo, ignorante. Que de ignorante não temos nada, ou temos tudo!
Vale a pena, a peça é diferente de tudo, tem Pedro cantando, imitando, dançando, interpretando, declamando, contando história e vivendo todos os personagens dessa viagem.
Prestem muita atenção na Luiza, uma cantora muito simpática de apenas 20 poucos aninhos que dá um show com sua voz abençoada por Deus e toda falange de gogó afinado que mora no céu.
Parabéns grancinha, você nasceu já brilhando!
domingo, 25 de outubro de 2009
Desfrute da palavra
Das palavras encantas eu sou fã, mais do que isso, das palavras formo frases e mando recado . . .
Não resisti e roubei de uma amiga que publicou, Lenine só traduziu, rs!
Tá cansado, senta. Se acredita, tenta. Se tá frio, esquenta. Se tá fora, entra. Se pediu, aguenta. Se sujou, cai fora. Se dá pé, namora. Tá doendo, chora. Tá caindo, escora. Não tá bom, melhora. Se aperta, grite. Se tá chato, agite. Se não tem, credite. Se foi falta, apite. Se não é, imite. Se é do mato, amanse. Trabalhou, descanse. Se tem festa, dance. Se tá longe, alcance. Use sua chance. Se tá puto, quebre. Ta feliz, requebre. Se venceu, celebre. Se tá velho, alquebre. Se perdeu, procure. Se é seu, segure. Se tá mal, se cure. Se é verdade, jure. Quer saber, apure. Se sobrou, congele. Se não vai, cancele. Se é inocente, apele. Escravo, se rebele. Nunca se atropele. Se escreveu, remeta. Engrossou, se meta. E quer dever, prometa. Prá moldar, derreta. Não se submeta.
-Lenine-
Não resisti e roubei de uma amiga que publicou, Lenine só traduziu, rs!
Tá cansado, senta. Se acredita, tenta. Se tá frio, esquenta. Se tá fora, entra. Se pediu, aguenta. Se sujou, cai fora. Se dá pé, namora. Tá doendo, chora. Tá caindo, escora. Não tá bom, melhora. Se aperta, grite. Se tá chato, agite. Se não tem, credite. Se foi falta, apite. Se não é, imite. Se é do mato, amanse. Trabalhou, descanse. Se tem festa, dance. Se tá longe, alcance. Use sua chance. Se tá puto, quebre. Ta feliz, requebre. Se venceu, celebre. Se tá velho, alquebre. Se perdeu, procure. Se é seu, segure. Se tá mal, se cure. Se é verdade, jure. Quer saber, apure. Se sobrou, congele. Se não vai, cancele. Se é inocente, apele. Escravo, se rebele. Nunca se atropele. Se escreveu, remeta. Engrossou, se meta. E quer dever, prometa. Prá moldar, derreta. Não se submeta.
-Lenine-
Dança comigo depois que a música acabar

Eu já sei dançar com você
é durante a noite que a magia nos envolve
é só ouvir a música que a gente se solta
e pouco me importa os outros casais
Eu já sei dançar com você
e você já sabe me levar, me segurar e me fazer rodar
a música pára e você continua me conduzindo
eu sigo dançando sem querer parar
Eu já sei dançar com você
sigo seus passos de leve e finjo me deixar levar
entre tuas pernas me encaixo pra você brincar
dois pra lá, dois pra cá
Eu já sei dançar com você
no ritmo que for, na festa que vier
me olha e me tira pra dançar que eu vou
mas promete que depois da festa
vai me levar pra casa e me fazer sonhar
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Nova Dupla de Sucesso RSA!!!
da pra ver na cara!! Mês passado perdi um companheirão chamado carinhosamente de "Cabeça" (porque é grande mesmo), "Lixão" (o cara come tudo o que sobra do prato dos companheiros). Apesar de, fiquei feliz por ele, afinal estará realizando voos mais altos, com mais liberdade e ainda viverá novos desafios - "Vai com fé Mau, você merece brother!"
Bom, mas como o cara lá de cima é generoso e não descola do meu pé, me presenteou com a vinda da hilariante, bem humorada e recém casada Renatinha, por enquanto só um apelidinho carinhoso - "Rê". Confesso que sempre preferi trabalhar com homens, sempre achei eles muito mais práticos e objetivos no plano profissional, além da força física, é claro! A gente de vez enquando viaja . . . leva tralha prá lá, trás de volta pra cá, carrega mala, apostilas, livros . . . eles são excelentes cavalheiros, adoram demonstrar força, uiiiii!!!!
Agora estou sem braços fortes, mas em compensação ganhei uma companheira tão forte quanto eu (modéstia) no quesito personalidade, praticidade, objetividade, rapidez de raciocínio e humor!!! Salve Geral do Bem!!! Seja bem vinda e muito sucesso pra nossa dupla!!! Brigadú!
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